RioHarpFestival volta a tornar o Rio de Janeiro a capital da harpa

FOTO: Divulgação

Depois de dois anos sem apresentações presenciais, em razão da COVID-19, o XVII RioHarpFestival, do Projeto Música no Museu, dirigido e idealizado pelo empreendedor Sérgio Costa e Silva, está de volta. Do dia 1º a 31 de julho, o Rio de Janeiro se torna a Capital da harpa.

Serão mais de 70 concertos, com a participação de 150 músicos, sendo 30 harpistas de países dos quatro cantos do planeta. Os eventos acontecerão em diversos pontos da cidade Maravilhosa. Entre os nomes confirmados estão Diana Todorova, da Bulgária; Jacques Vandelvede, da Bélgica; Prem Ramam, da Índia, e Alcides Sotelo Jr., do Paraguai.

A décima-sétima edição do RioHarpFestival se firma como um dos principais festivais de música clássica do mundo. A relevância do festival no calendário de eventos na cidade do Rio de Janeiro é tão grande que nos últimos 6 anos ele vem sendo realizado paralelamente na cidade de São Paulo.

O RioHarpFestival é um evento que já acontece há 17 anos na cidade do Rio de Janeiro, inserido no Projeto Música no Museu, que neste ano de 2022 completa 25 anos ininterruptos. O projeto é realizado de janeiro a dezembro de cada ano nas principais cidades do Brasil.

Nesta edição serão 73 concertos, sendo 54 deles no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), cinco no Palácio Tiradentes (ALERJ), no Centro do Rio e também em outros pontos: Museu Histórico do Exército, no Forte de Copacabana, em Copacabana, um no Corcovado e outro no Salão das Rosas, do Jockey Clube Brasileiro, e três no SESC Marquês de Abrantes, no Flamengo.

Fora da capital, haverá concertos em Niterói, no Museu do Ingá, em Petrópolis, no SESC Quitandinha, e dois em Miguel Pereira. Todos eles apresentando os vários tipos de harpa e os variados sons do instrumento, desde a música barroca à contemporânea.

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