Prefeitura do Rio de Janeiro prorroga campanha de vacinação contra a poliomielite

Foto da internet

A campanha de vacinação contra a poliomielite, disponíveis nas 237 unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde) foi prorrogada pelo Município do Rio de Janeiro até o primeiro sábado de novembro, dia 7.

A poliomielite é uma doença viral que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. Apesar de também ser chamada de paralisia infantil, a doença pode afetar tanto crianças quanto adultos. Pela potencialidade de gravidade é fundamental que se compareça aos postos para tomar a vacina.

A semana que passou foi marcada pela polêmica proposta feita por meio de decreto por Jair Bolsonaro em que propunha a privatização do SUS (Sistema Único de Saúde). Houve grande repercussão negativa e o Governo Federal recuou, revogando o decreto. 

O Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia, relatou que o  Brasil possui o maior programa público de vacinação do mundo, distribuindo anualmente em média 300 milhões de doses. Quem paga essa conta é o SUS. A revogação do decreto representa uma vitória para a população brasileira.

A decisão da Prefeitura Carioca em ampliar o prazo se deve ao fato de que as unidades de atendimento para a vacinação não ficaram abertas nos dias 30/10 (ponto facultativo do dia do servidor público) e no feriado de finados, 02/11.

Todas as crianças com idade entre um e cinco anos incompletos, mesmo que já tenham tomado as doses de rotina contra a doença, devem se vacinar. Do início da campanha, em 5 de outubro, até o dia 27 do mesmo mês, foram aplicadas 99.520 doses da vacina contra a poliomielite, o que representa 33% da meta de cobertura vacinal no município do Rio.

A prefeitura informou, ainda, que mesmo após o fim da Campanha Nacional de Multivacinação, todas as 18 vacinas dos calendários de imunização da criança e do adolescente continuam sendo oferecidas nas 237 unidades da Atenção Primária do Município do Rio. Crianças de zero a 15 anos devem ser levadas aos postos para colocar a caderneta em dia.

Por João Marcelo Barbosa

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